Home / Notícias / MPF reforça LAWFARE contra Lula que já provou ter pago aluguéis

MPF reforça LAWFARE contra Lula que já provou ter pago aluguéis

images_cms-image-000568218

Líder da defesa do ex-presidente Lula, o advogado Cristiano Zanin Martins divulgou uma nota em que critica as alegações finais do Ministério Público Federal no processo sobre a propriedade do do imóvel vizinho ao do petista em São Bernardo do Campo.

Zanin acusou a instituição de reforçar o chamado lawfare —uso de procedimentos jurídicos como instrumento de perseguição— contra Lula.

“Ao invés de reconhecerem a improcedência da acusação, os procuradores passaram a colocar indevidamente sob suspeita a autenticidade dos recibos. Depois, diante da prova de que os recibos haviam sido assinados pelo proprietário do imóvel [Glauco da Costamarques], os procuradores desistiram de pedir uma perícia em relação aos documentos, passando a sustentar que eles seriam “ideologicamente falsos”, pois, segundo a versão apresentada, os aluguéis não teriam sido efetivamente pagos”, diz.

“A acusação é inverídica e descabida”, completa.

Confira abaixo a íntegra do texto:

MPF da Lava Jato reforça “lawfare” contra Lula no episódio dos recibos

O Ministério Público Federal abusa do direito de acusar e reforça a prática do “lawfare” contra Lula ao apresentar suas alegações finais nesta quinta (11/01) no incidente de falsidade nº 5043015-38.2017.4.04.7000 pedindo que seja declarada a falsidade dos recibos de locação apresentados pelo ex-Presidente a despeito da comprovação de que os documentos são autênticos e idôneos.

Durante o interrogatório de Lula ocorrido em 13/09/2017, o Ministério Público Federal, assim como o juiz Sérgio Moro, exortaram o ex-Presidente a apresentar recibos da locação contratada por D. Marisa. Colocaram a apresentação dos documentos como fundamental para o reconhecimento da inocência de Lula, embora a acusação formal esteja relacionada à propriedade do imóvel locado e à origem dos recurso utilizados para a sua aquisição.

Os recibos foram apresentados, contendo declaração de quitação dos aluguéis entre 2011 e 2015. Ao invés de reconhecerem a improcedência da acusação, os procuradores passaram a colocar indevidamente sob suspeita a autenticidade dos recibos. Depois, diante da prova de que os recibos haviam sido assinados pelo proprietário do imóvel, os procuradores desistiram de pedir uma perícia em relação aos documentos, passando a sustentar que eles seriam “ideologicamente falsos”, pois, segundo a versão apresentada, os aluguéis não teriam sido efetivamente pagos. A acusação é inverídica e descabida.

Você pode Gostar de:

f3eaabf6c3ed56c5ba5695f168ed0fdb_M

Prazo para matrículas na rede estadual de ensino encerram nesta sexta-feira (19)

 O prazo para as matrículas de alunos que pretendem ingressar na 1ª série do Ensino …

058cdef27e16e625211530d182f4e3c8_M

Prazo para eleitor regularizar situação eleitoral encerra em 9 de maio

O fórum eleitoral de São Luís funciona há cerca de 1 ano no Lusitana Mall, …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *