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‘Pediram droga da polícia’, diz secretário de segurança sobre grupo morto após escudo humano em assalto

Quatro armas e mais de 30 munições foram apreendidas após assalto.

O assalto teve início por volta das 14h no estabelecimento localizado na Avenida Autaz Mirim, bairro Grande Circular. Alguns reféns chegaram a ser liberados, mas outros ficaram dentro da lotérica com os assaltantes, que usaram as vítimas para sair do local em uma espécie de escudo humano. Em seguida, os homens trocaram tiros com os policiais – quatro morreram e um se entregou e foi preso.

Armas e munições foram apreendidas após assalto com reféns — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM
Armas e munições foram apreendidas após assalto com reféns — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Segundo o secretário, foram recolhidas uma espingarda calibre 12, um fuzil, uma pistola pt.40 e um revólver calibre 38 – este último estava com o homem que foi preso.

“Eles chegaram a pedir drogas várias vezes. Estavam exaltados. [Um dos suspeitos] viu que não ia vir nada que ele estava pedindo, [mas pediu até] carro”, afirmou o titular da SSP-AM.”

 

Entenda o caso

Vinte e cinco pessoas foram feitas reféns no assalto. Uma pessoa que passava pelo local ficou ferida, mas ainda não se sabe se ela foi atingida por um tiro, já que os assaltantes efetuaram disparos de dentro da casa lotérica.

Multidão aglomerada na área próxima a casa lotérica — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

A área foi isolada e um negociador da Polícia Civil tentou diálogo com os assaltantes. O secretário de Segurança Amadeu Soares também esteve no local.

Mais de uma hora e meia após o início do assalto, os assaltantes saíram da casa lotérica com os reféns, que foram deixados na rua. Eles trocaram tiros com os policiais. Quatro dos cinco assaltantes foram baleados e morreram. O quinto homem foi preso.

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