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‘Pacote anticrise’ de Flávio Dino demonstra preparo, compromisso e responsabilidade com o Maranhão

Um levantamento realizado pelo G1 demonstrou a situação financeira dos 27 estados da federação de 2015 à 2016, de acordo com o estudo feito há dois anos, das 27 unidades federativas, 20 já estavam no vermelho e apenas 7 estavam no “azul”, ou seja, com as contas e pagamentos em dia e entre esses o Maranhão de Flávio Dino.

Nos estados onde a crise causou estragos o resultado negativo impactou desde serviços básicos à Segurança Pública. O levantamento do G1 apontou também que ao menos 16 estados mais o DF cortaram investimentos entre 2014 à 2016, o que resultou desde  o atraso de salários de servidores a falta de pagamento à fornecedores. Os transtornos tiveram efeito cascata, fato, que travou totalmente os investimentos, agravando ainda mais a crise nos estados atingidos.  Enquanto que no Maranhão o governador Flávio Dino, ainda em 2016 lançou um pacote anticrise o que garantiu o giro da roda da economia, assegurando a saúde financeira do Estado.

Pois bem, apesar de o Maranhão está à época numa situação, “confortável”, com um superávit de R$ 438 mi no primeiro semestre de 2016, (segundo o G1), foi um dos 20 estados signatários de uma carta enviada ao governo Michel Temer, na qual os governadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste relatavam a situação financeira e pediam ajuda à União, ajuda esta, que não veio, e o governador teve que driblar a crise sozinho, e assim o fez até aqui.

Mas não há governo que resista tanto tempo de crise sem tomar medidas impopulares mas, necessárias. Portanto, chegou a hora de o governo dar mais um paço em defesa da saúde financeira do Estado, antecipando-se novamente, Flávio Dino  enviou à Assembleia Legislativa um Projeto de Lei de combate aos efeitos da crise econômica que atinge o país. O governo justifica que desde 2015, deixou de receber mais de R$ 1,5 bilhão em repasses do Governo Federal, portanto, a necessidade da tomada de decisão. PL deve entrar na pauta de votações nesta quarta-feira (05) na AL.

Benefícios do pacote anticrise para os maranhenses

O pacote anticrise de Dino ajusta o ICMS do óleo diesel e da gasolina mas, o aumento para o consumidor final será de apenas R$ 0,01 e R$ 0,08, em compensação,  concede isenção para mais de 100 mil micro e pequenas empresas do pagamento de ICMS, acaba com o pagamento do IPVA para cerca de 75 mil motos de até 110 cilindradas, e o mais importante, a medida cria os programas de Parcelamento de Multas de Trânsito e Cheque Cesta Básica, que vai destinar o valor do ICMS pago nos produtos da cesta básica, para as famílias mais pobres ou seja, uma medida “nem tão amarga” se o maranhense levar  em consideração o risco da crise se instalar Maranhão caso o governador não tomasse tal medida.

O maranhense há de reconhecer que estamos conseguindo atravessar uma crise que já dura mais de quatro anos, com salários dos servidores em dia, hospitais ainda funcionando (embora alguns inimigos do Maranhão queiram fazer greve num momento difícil como esse), segurança funcionando, pagando o maior salário de professores do país, e isso não é tudo, o governo fez muito mais, temos de reconhecer que a atitude do governador exige coragem, preparo e muita responsabilidade com a coisa pública e com o povo maranhense.

Não precisamos fazer esforço algum para ver nas redes sociais ou imprensa oficial o estado de calamidade pública instalado no Rio de Janeiro ou o estado de calamidade financeira instalado no Rio Grande do Sul. Quem tem o mínimo de bom senso e responsabilidade, há de reconhecer que todo esforço tem de ser feito para que o Maranhão sinta o mínimo possível os efeitos da crise.

Hão de reconhecer também a importância de o governo conseguir manter funcionando os postos de saúde, as UPAS, os socorrões da vida, o quanto é importante que a criança vá pra Escola Digna, porque sabe que lá e só lá, muitas vão ter o almoço,  a importância de manter a Casa Ninar funcionando, o Mais Asfalto, os hospitais macrorregionais que desafogam a capital, o Cheque Minha Casa, e  uma infinidade de benefícios que só um governo responsável pode prover à sua gente em meio a uma crise de proporções financeira e institucional que já quebrou a maioria dos estados brasileiros.

“O seguro morreu de Velho”

Mais uma vez, Flávio Dino toma a medida certa, na hora certa, haja vista o cenário de incertezas, instabilidade e o processo de transição pelo qual passa o Brasil, no qual todos terão de enfrentar novos cenários, seja no Legislativo, Executivo ou no Judiciário.

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